Newsletter - Ano IV - Número 17 - SET 2018
   
 

24 E 25

SETEMBRO 2018

Espaço de Eventos UNIMED
Belo Horizonte -MG

 

Sustentabilidade e Competitividade

  Gerir uma cooperativa e assegurar a sua sustentabilidade econômica é um desafio que passa pela adoção de boas práticas na gestão de riscos.  
   
 

 

 
Seguro patrimonial garante eficiência  na gestão de risco de cooperativas

   
  Com o objetivo de promover o crescimento e fortalecimento no mercado, muitas organizações buscam no seguro patrimonial o mapeamento e a proteção contra imprevistos, que podem paralisar o funcionamento da cooperativa e acarretar prejuízos.

A contratação do seguro é simples e o valor acessível. O primeiro passo é fazer um levantamento dos riscos aos quais o patrimônio a ser assegurado está sujeito, a fim de avaliar quais serão as coberturas necessárias. A partir dessa avaliação, será calculado o valor da apólice. Converse com o seu corretor e veja que o seguro possui um valor ideal para você pensar apenas no crescimento do seu negócio.

Atualmente, a oferta de seguros vai além da proteção do imóvel. Dependendo do porte e ramo de atividade da cooperativa, é possível elaborar apólices sob medida, com planos personalizados de acordo com as necessidades. Entre as coberturas adicionais mais procuradas estão: roubo ou furto qualificado de bens ou mercadorias, ou ainda, cobertura de Responsabilidade Civil Operações, quebra de vidros, anúncios luminosos, despesas fixas, vendaval e danos elétricos aos equipamentos e maquinários.

Vale lembrar que, mesmo após a contratação do seguro, os gestores da cooperativa devem sempre ficar atentos às mudanças do seu patrimônio. A compra de novos equipamentos ou ainda a ampliação do espaço pode demandar uma nova análise de cobertura.
 

 


Planejamento financeiro para proteger a vida:

Diante das reformas políticas e econômicas em curso, da reconfiguração do mercado e do aumento da longevidade populacional, a preparação de um planejamento financeiro de longo prazo se tornou uma questão tão necessária quanto urgente.

Mais inevitável do que as instabilidades econômicas cíclicas é o grande tabu da morte e, em termos de planejamento financeiro, as consequências que o evento pode trazer aos dependentes em vista da ausência definitiva ou da incapacidade temporária de seus provedores. “Nos momentos mais críticos, o seguro de vida garante a continuidade imediata do padrão de vida de seus beneficiários”, destaca Carlos Alberto Gadia, Superintendente de Estratégia Comercial para Vida, Previdência e Ramos Elementares da Seguros Unimed.

Em cinco tópicos, veja porque o seguro de vida atua antes, durante e depois da morte:
 

"Seguro de vida" é, na verdade, um pacote de assistências para as mais diferentes eventualidades. A cobertura de morte é, desse modo, apenas uma das possibilidades em que o seguro pode ser acionado. Outras opções oferecidas pelo mercado são: Morte por Acidente, Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA), Invalidez Permanente Total por Acidente (IPTA), Invalidez Permanente por Acidente Majorada (IPAM), Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD), Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD), Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO), Diárias de Incapacidade Temporária (DIT), Diárias por Internação Hospitalar (DIH) e Doenças Graves (DG);

     
 

É a avaliação criteriosa das necessidades de cada segurado que poderá calibrar as coberturas adequadas, com suas condições e exclusões específicas. Se estamos falando de um profissional autônomo, por exemplo, é interessante optar pela Diária de Incapacidade Temporária (DIT). Ela garante o pagamento da diária contratada pelo período de afastamento do trabalho (por doença ou acidente);

     
 

Os beneficiários do seguro de vida não precisam ter, necessariamente, vínculo consanguíneo com o segurado;

     
 

A liberação das indenizações é rápida, condizente com o momento crítico da ausência definitiva ou da indisponibilidade temporária do segurado;

     
  A indenização referente à morte não é considerada herança e, portanto, não é atingida por eventuais dívidas do segurado nem pelos impostos sobre Transmissão Causa Mortis e de Renda.
     

É significativo, no Brasil, o potencial de crescimento dos seguros de pessoas, dos quais o seguro de vida é uma modalidade. Segundo a FenaPrevi, esse tipo de seguro movimentou R$34,53 bilhões em 2017, registrando expansão de 10,90% em comparação ao ano anterior. Os seguros coletivos responderam por 77% do resultado e os individuais, contratados por pessoa física, 23%.

“Uma cultura de planejamento começa com a avaliação cuidadosa das próprias necessidades. O seguro de vida é um elemento fundamental desse planejamento porque atua em momentos críticos, os quais exigem decisões rápidas para a proteção dos dependentes”, resume Gadia.

Para conhecer as soluções da Seguros Unimed clique aqui.

 
 
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